Na semana passada um amigo me perguntou: “Poxa velho, você sempre preferiu as loiras?”. Respondi que isso vem de vidas passadas, até porque Afrodite, a deusa do amor, foi retratada por Botticelli com cachos dourados. Analisando bem, sem dúvida, dentre as “quatro” mulheres que tive na vida, três foram loiras. Coincidência ou preferência?
Associar as loiras com a burrice já virou uma tradição, porém, esta tese é uma das mais incoerentes que já ouvi. Veja que Franzisca Michor é considerada a Isaac Newton da biologia; Corina Tarnita é intitulada uma das mais célebres matemáticas do mundo; Lisa Randal é a top da física nos Estados Unidos; sem falar de Hillary Clinton na política; Gisele Bundchen na moda; Madonna, a rainha da música pop internacional, entre outras loiras espalhadas pelo mundo.
Porém, tratar deste assunto não tem como deixar de mencionar a loira mais famosa de todos os tempos: Marilyn Monroe, a diva-mor do cinema, onde no próximo dia 05 de agosto serão celebrados os 50 anos de sua morte.
Dentre as pré-homenagens, destaco o concurso cultural do site Ahazô, que dentre os desenhos selecionados está um feito pelo meu querido primo-irmão Teeago Lima, caricaturista reconhecido pelos seus traços e por diversos trabalhos realizados desde dos tempos dos fanzines.
Assim se você tiver tempo, vontade, curiosidade e quiser participar deste concurso, acesse o link abaixo e dê o seu voto (basta clicar na palavra "Ahazô", ao lado da coroa, no canto superior direito!).
“Os Homens Preferem as Loiras”, título deste post, é uma referência de um dos filmes de maior sucesso da carreira de Marilyn, uma mulher que brilhou dentro e fora das telas, que foi criticada e contestada, mas que ultrapassou todas as pedras do caminho, fato que num círculo vicioso acontece até os dias atuais, em pleno século XXI com várias outras loiras marcadas e estigmatizadas não somente pela cor de seus cabelos, mas pela ignorância, preconceito e injustiças alheias.









